ÚLTIMAS
NOTÍCIAS

O conteúdo desta página só pode ser visualizado na vertical!


imagem
Revista PORT.COM • 17-Mar-2017
Estudo confirma otimismo dos portugueses em relação ao futuro



O mais recente estudo desenvolvido pelo Instituto Português de Administração e Marketing (IPAM) sobre os hábitos de consumo dos portugueses nos últimos 12 meses e a sua evolução para 2017 conclui que os consumidores nacionais estão mais otimistas em relação ao futuro.

Portugal está a assistir a uma retoma do consumo com 68 por cento dos consumidores inquiridos pelo IPAM a acreditar que o seu poder de compra vai aumentar e a mostrar mais confiança em relação ao futuro. 50 por cento perspetiva uma melhoria da situação económica e 41 por cento acredita que se deverá manter.

Sobre a situação financeira do agregado familiar, 63 por cento dos portugueses diz estar confiante na sua melhoria e, quando questionados acerca das razões subjacentes ao aumento do orçamento disponível, referem (46 por cento) a integração no mercado de trabalho de algum elemento do agregado familiar. Por último, o estudo salienta que apenas nove por cento dos consumidores prevê uma evolução desfavorável da atual situação económica.

A análise do IPAM comparou o comportamento do consumidor em 2015 e 2016 com os piores anos da crise económica, assinalando-se uma clara alteração no comportamento dos consumidores que se apresentam muito mais confiantes num futuro melhor.

A esperança e o otimismo demonstrados contrastam assim com os testemunhos de desalento dos anos de instabilidade económica, durante os quais se registou uma diminuição do orçamento disponível, desemprego e apreensão generalizada face ao futuro.

 

Portugueses continuam a comer cada vez menos fora de casa

A análise às despesas com alimentação continua a registar uma diminuição no número de refeições realizadas fora de casa, tendência já verificada no ano anterior. No entanto, em contrapartida, as despesas com alimentação em casa tendem a manter-se estáveis.

O estudo do IPAM mostra ainda que os argumentos financeiros têm um peso muito significativo no que diz respeito à compra de produtos alimentares (31 por cento) mas também na compra de bens perecíveis como roupa, sapatos, brinquedos, entre outros, com 76 por cento dos consumidores a admitir que a sua compra é influenciada pelo preço e pela gestão rigorosa do orçamento.

O estudo realizado entre os dias 28 de fevereiro e o dia 8 de março de 2017, na zona do Grande Porto, com uma amostra composta por 268 indivíduos.

 

Consumidores desconhecem direito a reclamar

No Dia Mundial dos Direitos do Consumidor, o Observador Cetelem lançou o seu mais recente estudo sobre Literacia Financeira, no qual revela que os portugueses ainda demonstram desconhecimento sobre os seus direitos e deveres no campo do consumo. Direito a reclamar é o único reconhecido por mais de metade (57%) dos consumidores, ainda que 8% afirmem, incorretamente, que não têm direito a reclamar e 35% não saibam/não respondam à questão.

O grupo etário dos 35-44 anos revela ser dos mais informados na generalidade das perguntas, assim como a classe alta.

“Os resultados do inquérito demonstram que há uma forte necessidade de informar corretamente os consumidores sobre os seus direitos e deveres. Não só é importante avançar neste sentido, como também colmatar os diferentes níveis de conhecimento ao nível social, demográfico e geográfico que existem entre os portugueses”, comenta Leonor Santos, diretora de compliance e jurídico do Cetelem.


Etiquetas
Partilhar

NOTÍCIAS RELACIONADAS
OPINIÃO
Por um Ministério das Comunidades Portuguesas
Daniel Bastos
Historiador
Pela valorização do ensino da história da emigração portuguesa
Paulo Prisco
Deputado do PS eleito pelas comunidades
A Lei da Nacionalidade
José Cesário
Deputado do PSD eleito pelo círculo da emigração
DISCURSO DIRETO
Bélgica, país de contrastes onde adoram portugueses
Catarina Moleiro
BÉLGICA
O mundo é pequeno, a China não
Miguel Madeira
CHINA
Num ano em França, tudo mudou!
Rita Sarmento
FRANÇA
REDES SOCIAIS
GALERIA DE FOTOS
QUIZ