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Luso-canadiana sobe o terceiro dos sete cumes do mundo em missão solidária
Revista PORT.COM • 09-Ago-2018
Luso-canadiana sobe o terceiro dos sete cumes do mundo em missão solidária



Uma luso-canadiana conseguiu com êxito escalar ao Monte Elbrus, na Rússia, conseguindo o terceiro dos sete cumes do mundo, um desafio que poucos já completaram.

«Nos outros cumes o frio não era tão intenso. Tentar subir quando o vento tinha uma intensidade de 50 quilómetros por hora e a neve a bater-nos na cara foi o principal desafio que senti durante cerca de 30 minutos», disse à agência Lusa Ema Dantas, de 51 anos.

A luso-canadiana atingiu com êxito o cume mais alto da Europa, o Monte Elbrus, no dia 29 de julho, às 11H15 (hora local).

«Serviu acima de tudo para treinar, pelo menos julgo que foi uma amostra do que vai ser o próximo cume a subir, o Vinson Massif na Antártida», acrescentou.

Financiada através do setor privado nas várias expedições, a empresária e tradutora espera angariar no final desta aventura 700 mil dólares canadianos (463 mil euros), que serão canalizados para uma nova unidade do Centro de Dependência e Saúde Mental (CAMH, sigla em inglês).

O novo centro de Saúde Mental será inaugurado em 2020, altura em que Ema Dantas espera também «concluir com sucesso a subida aos sete cumes do mundo».

Filha de emigrantes de Miranda do Douro, distrito de Bragança, Ema Dantas foi para o Canadá com apenas cinco anos, sendo inspirada pela sua mãe, que morreu em 2013, aos 66 anos, afetada por problemas mentais.

De 26 de novembro a 7 de dezembro deste ano, Ema Dantas vai tentar subir ao Monte Vinson, o cume mais alto na Antártida (4.892m).

«Será um pouco mais difícil. É muito mais baixo que o Monte Elbrus, mas a principal dificuldade será a temperatura, pois estarão ente 30 a 60 graus negativos. Outro dos desafios será dormir, pois será sempre de dia», explicou.

Além do Monte Elbrus, na Rússia, a luso-canadiana já tinha subido, em outubro de 2017, à Pirâmide Carstensz (Papua Nova Guiné, Indonésia), e em janeiro de 2018 ao Kilimanjaro (Tanzânia).

Ficam a faltar o Monte Evereste (Nepal), Aconcagua (Argentina), Denali (Alasca, Estados Unidos) e o Monte Kosciuszko (Austrália).

Em 2017 a luso-canadiana criou a Fundação Peak for Change (peaksforchangefoundation.org) uma instituição que pretende apoiar causas solidárias.


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