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Guaidó agradece apoio do embaixador de Portugal no regresso à Venezuela
Revista PORT.COM • 06-Mar-2019
Guaidó agradece apoio do embaixador de Portugal no regresso à Venezuela



Juan Guaidó arriscava-se a ser preso ao voltar a entrar no país, uma vez que o Supremo Tribunal de Justiça o tinha proibido de deixar o mesmo depois de ele se ter declarado, a 23 de janeiro, como o Presidente interino legítimo da Venezuela.

Juan Guaidó, reconhecido por cerca de 50 nações como o Presidente interino da Venezuela, apelou ao exército para prender os elementos dos grupos armados que participaram nos confrontos de 23 de fevereiro e que impediram a entrada de ajuda humanitária que tinha sido enviada pelo Brasil e pela Colômbia.

À chegada ao aeroporto Juan Guaidó disse estar «do lado da democracia. Continuamos em frente; não ao medo», sublinhou o líder da oposição que desafiou Maduro, enquanto os que os esperavam gritam «Sim, é possível», reportou o El País. No Twitter de Guaidó uma mensagem informou: «Já estou na nossa terra amada! Venezuela, acabámos de passar pelos controlos da imigração e vamos mobilizar-nos para onde está o nosso povo!».

«Irmãos venezuelanos, quando ouvirem esta mensagem, já vou a caminho de casa. Da nossa casa. Viajei pelo continente procurando apoios ao mais alto nível para a restituição da democracia no nosso país e essa missão foi cumprida. Tenho muito orgulho de regressar à pátria para que continuemos, ombro a ombro, todos juntos, esta luta. Estou comprometido em devolver ao nosso país aquilo que uns poucos nos querem roubar. Em poucas horas estarei de novo com os homens e as mulheres que resistiram, que resistiram durante anos a esta tirania, que usou a todos os meios para nos obrigar e não conseguiram», declarou Juan Guaidó, de 35 anos, na mensagem colocada naquela rede social.

Horas depois, agradecendo aos vários embaixadores, entre os quais o de Portugal, Carlos Sousa Amaro. 

«Agradecemos aos embaixadores da Argentina, Brasil, Canadá, Chile, Peru, Equador, EUA, Alemanha, Espanha, França, Holanda, Portugal e Roménia, que nos acompanharam na nossa chegada à Venezuela, numa demonstração firme do compromisso do mundo para com a nossa democracia».

Recorde-se que na Venezuela vivem cerca de 300 mil emigrantes e lusodescendentes.

 

Foto em destaque ©EPA


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