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Há uma portuguesa a trabalhar na Xbox em Redmond
Revista PORT.COM • 19-Jun-2019
Há uma portuguesa a trabalhar na Xbox em Redmond



Engenheira de 29 anos afirma que não pretende voltar a Portugal, para além dos períodos de férias.

As novidades apresentadas pela Microsoft na feira de videojogos E3, que decorreu em Los Angeles, tiveram a mão de Catarina Macedo, a única portuguesa que trabalha na Xbox em Redmond, perto de Seattle.

A equipa da gestora de produto foi responsável pelas funcionalidades sociais da nova subscrição GamePass para computador portátil (PC), que a Microsoft apresentou na sua conferência na E3.

«Neste momento estamos muito focados em expandir a nossa estratégia de Xbox Live para o computador», disse à agência Lusa a especialista portuguesa, que esteve em Los Angeles para promover as novidades.

O trabalho que está a fazer na Xbox era um sonho antigo de Catarina Macedo, engenheira de formação, que começou a jogar de forma competitiva ainda na adolescência.

A falta de oportunidades nesta indústria em Portugal levou-a a olhar para fora, apesar de acreditar que existe potencial no mercado e que a Xbox poderá ocupar um espaço mais relevante entre os jogadores portugueses que o que tem agora.

«Daqui, de longe, estou a tentar fazer o meu papel para que Portugal seja olhado com novos olhos e mostrar que há oportunidades para crescer em visibilidade», disse.

Em Seattle, onde reside há quase três anos, a gestora encontrou uma pequena comunidade portuguesa de profissionais altamente qualificados, ligados ao ecossistema de 'startups', a trabalhar na Microsoft ou noutras tecnológicas, como a Amazon.

«Recentemente tenho colegas mais novos que se mudaram de Portugal para cá e isso tem sido muito bom», revelou, notando que a comunidade é composta sobretudo por pessoas mais velhas, que chegaram a Washington há bastante tempo.

A adaptação «custou mais no início», disse a engenheira de 29 anos, frisando que as grandes diferenças culturais e de organização do trabalho obrigaram a um esforço suplementar no primeiro ano.

«Agora começa a ficar mais fácil, porque a minha casa já é em Seattle, não em Portugal», referiu, revelando que não tem intenção de regressar ao país para lá dos períodos de férias e que estar longe da família «é o preço a pagar para seguir os sonhos».


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