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Secretário-executivo da CPLP definiu três prioridades até final de mandato
Revista PORT.COM • 11-Fev-2020
Secretário-executivo da CPLP definiu três prioridades até final de mandato



O secretário executivo da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) considerou ontem, na cerimónia de tomada de posse do novo diretor-geral da organização, que este terá «um trabalho árduo e complexo» e definiu três prioridades.

«A sua tarefa, o seu caderno de encargos é vasto e complexo. (...) A CPLP é uma organização jovem, (...), necessita de se adequar aos novos tempos e há procedimentos que têm de ser revistos», afirmou o embaixador Francisco Ribeiro Telles, dirigindo-se ao diplomata são-tomense Armindo Brito Fernandes, que na passada segunda feira (10 de fevereiro) tomou posse em Lisboa como diretor-geral da organização.

Isto para, de seguida, referir aquelas que considera serem as três prioridades para a CPLP.

«Até à cimeira de Luanda [cimeira de chefes de Estado e de Governo], no início de setembro, e até ao final do meu mandato, em dezembro próximo, temos a mobilidade», afirmou Ribeiro Telles, realçando, mais uma vez «o trabalho notável da presidência cabo-verdiana» para o desenvolvimento deste processo, cuja proposta será levada a conselho de ministros extraordinário em abril, para ser aprovada.

A segunda prioridade para Ribeiro Telles é estabelecer um novo estatuto para os observadores associados.

«Temos de pensar em novas modalidades de participação dos países observadores e das organizações internacionais nos trabalhos da CPLP», defendeu.

Segundo o responsável estes «também devem constituir uma mais-valia para a CPLP».

O cargo de Diretor-geral da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) foi assumido ontem pelo embaixador são-tomense Armindo Brito Fernandes, numa cerimónia que teve lugar na sede da CPLP, contando com as presenças do Secretário Executivo, embaixador Francisco Ribeiro Telles, e os representantes permanentes dos Estados-membros da Organização Internacional.

O Secretário Executivo é auxiliado nas suas funções pelo Diretor-geral, recrutado entre os cidadãos nacionais dos Estados-membros, mediante concurso público, pelo prazo de três anos, renovável por igual período. O Diretor-geral é o responsável, sob a orientação do Secretário Executivo, pela gestão corrente, planeamento e execução financeira, preparação, coordenação e orientação das reuniões e projetos ativados pelo Secretariado Executivo da CPLP..

Os Estatutos fixam, desde a Cimeira de Bissau, em 2006, a existência de um Diretor-geral, sendo que o cargo de Secretário Executivo Adjunto cessou com a nomeação de Hélder Vaz Lopes, em janeiro de 2008. Georgina Benrós de Mello foi a Diretora-geral da CPLP, iniciando funções em fevereiro de 2014.

 

 


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