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Revista PORT.COM • 11-Jul-2017
UE financia obras do principal porto de São Tomé e Príncipe



A União Europeia (UE) está a financiar as obras de requalificação do porto de São Tomé, avaliadas em cerca de 1,8 milhões de euros e cuja primeira fase termina ainda este ano, anunciou o governo são-tomense.

"Esse trabalho está a ser feito em duas fases. Estamos numa primeira que será de reposição de pisos de betão com consistência para suportar o peso, terá drenagem, um sistema de abastecimento de água subterrâneo, bocas-de-incêndio e iluminação geral", explicou o ministro das Infraestruturas, Recursos Naturais e Ambiente, Carlos Vila Nova.

Essa fase do projeto está orçada em cerca de 1,2 milhões de euros. A segunda, que inclui a utilização de outro espaço adjacente, está orçada em mais de 500 mil euros, mas segundo o governante, a União Europeia ainda não garantiu esta verba.

"Estamos a tentar (com a UE) encontrar a diferença que falta em termos de financiamento para esta fase" (...) "tudo indica que vamos conseguir o remanescente no quadro do 11.º Fundo Europeu de Desenvolvimento (FED) e fechar as duas fases da obra", acrescentou o ministro.

O embaixador da União Europeia para São Tomé e Príncipe, com residência em Libreville, Helmut Kulitz, visitou hoje as obras, juntamente com o ministro dos Negócios Estrangeiros e Comunidade, Urbino Botelho, e Carlos Vila Nova.

Helmut Kulitz garantiu que depois de conclusão das obras, o porto de São Tomé vai "ganhar maior eficácia" e ficará "menos caro".

"É um projeto que tem por objetivo praticamente duplicar a atual capacidade do porto, aumentando o espaço para a 'stocagem' dos contentores, passando de uma capacidade de 2.500 para 5.000 contentores", disse o diplomata.

"É uma boa novidade porque traz maior eficácia para o porto de São Tomé e Príncipe, que passará a ter um sistema de cabotagem que permite a transferência dos contentores de forma mais fluida", acrescentou, sublinhando que "tudo isso é uma excelente notícia para as vossas ilhas, porque além de transformá-lo num porto mais eficaz, fica muito menos caro".

Carlos Vila Nova reconhece que "neste momento" o país está "com um porto extremamente condicionado", sem condições de suportar toda a quantidade de contentores que aí se encontram.


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