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Lisbon Talk debateu 'Angola: que mudança?' na UCCLA
Revista PORT.COM • 30-Nov-2018
Lisbon Talk debateu 'Angola: que mudança?' na UCCLA



A iniciativa do Clube de Lisboa (Conferências de Lisboa) e da UCCLA, contou com o apoio do Instituto Marquês de Valle Flôr e da Câmara Municipal de Lisboa.

Os principais desafios e mudanças que se colocam a Angola, face às dinâmicas internas e ao contexto internacional, foi o mote do debate “Angola: que mudança?” na UCCLA, entre Alex Vines - diretor de investigação e diretor para a África, do Royal Institute of International Affairs da Chatham House, em Londres - e Luís Todo Bom - professor convidado da Universidade Europeia, Manager&Partner da Angopartners e também presidente não executivo da Multitel Angola -, com moderação do jornalista Ricardo Alexandre.

«São personalidades muito conceituadas que acompanham esta situação de Angola há bastantes anos e aproveitando a oportunidade da presença do Presidente João Lourenço, em Portugal, nós não poderíamos deixar de fazer este evento», disse Vítor Ramalho, secretário-geral da UCCLA.

O moderador Ricardo Alexandre, jornalista e diretor adjunto da TSF, começou por sustentar que “Angola atravessa um momento complexo, desde logo, do ponto de vista económico, como sabemos está a ultimar as negociações para um programa de financiamento, junto do Fundo Monetário Internacional (FMI). 

Para Alex Vines «a transição da presidência de Angola para João Lourenço foi complicada, mas muito mais suave face a outras transições que ocorreram no sul de África», acrescentando que «a mudança em Angola é muito mais complexa. A realidade é que a economia é o principal motor da mudança de Angola», uma vez que «a economia angolana é dependente do petróleo».

Luís Todo Bom disse que «o problema de Angola é o seu aparelho produtivo. Angola não produz praticamente nada, importa praticamente tudo o que consome», destacando um conjunto de considerações.

De acordo com Luís Todo Bom, Angola deve focar «num número reduzido de eixos de intervenção» sugerindo 4 eixos prioritários de desenvolvimento: maximizar as receitas em divisas provenientes do petróleo, atingir autossuficiência alimentar, criar empresas nacionais de razoável dimensão e eficiência e atrair grandes empresas internacionais e investimento estrangeiro.


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