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Escola 'Proidiomas' é caso de sucesso no ensino do português na Venezuela
Revista PORT.COM • 07-Mar-2019
Escola 'Proidiomas' é caso de sucesso no ensino do português na Venezuela



A 'Proidiomas' é uma academia privada de idiomas que tem mais de 1.200 alunos e que desde há 20 anos privilegia o ensino de várias línguas, entre elas a portuguesa, facilitando inclusive a formação de professores de português.

A academia “Proidiomas”, na Venezuela, ensina inglês, francês, alemão, português, italiano e espanhol como língua estrangeira, entre as 07H00 até às 20H00 horas.

Segundo a diretora, Irma Brito, o programa de ensino da língua portuguesa está associado à Universidade Central da Venezuela e ao Instituto Camões.

«Desde há 20 anos que temos as melhores relações com a Embaixada de Portugal, com o Instituto Camões e o trabalho que temos feito com o português e a cultura portuguesa tem sido bem interessante», disse.

Além dos lusodescendentes, Irma explicou que há cada vez mais venezuelanos interessados em aprender a língua de Camões, cada um deles com objetivos específicos, que vão desde conseguir melhor posição profissional a emigrar.

«São venezuelanos por nascimento e lusodescendentes. Também muitos venezuelanos que querem aprender português porque temos uma comunidade lusa numerosa, no país, que se integrou na cultura venezuelana e que tem um espaço entre os venezuelanos para a cultura e o idioma. E, é isso que estamos promovendo», frisou.

Segundo Irma Brito, Portugal e a Venezuela são países «com culturas próximas».

«Queremos que as pessoas entendam que esses laços culturais justificam uma maior proximidade através do idioma. Queremos que os nossos estudantes venezuelanos e lusodescendentes aprendam a falar e a manejar o idioma com propriedade", frisou.

Em quanto aos requisitos para estudar, explicou que o único que exigem aos estudantes é que se inscrevam no curso correspondente à sua idade, para crianças e maiores de 15 anos, sublinhando que os preços são dos mais baratos do mercado local.

A crise no país, explicou, «fez surgir áreas, necessidades pessoais» não previstas.

«Nas circunstâncias atuais a maneira adequada de aproveitar o tempo é formando-se, preparando-se. As pessoas sabem que faltar uma língua estrangeira é um instrumente que abre muitas portas nacional e internacionalmente», disse.

Irma Brito, explicou ainda que os alunos venezuelanos, mais jovens, estudam porque «pensam em emigrar para estudar» enquanto que os lusodescendentes querem essencialmente «fortalecer os laços familiares» e com Portugal.


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