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Guiné-Bissau: Campanha eleitoral termina e observadores da CPLP esperam escrutínio «tranquilo»
Revista PORT.COM • 08-Mar-2019
Guiné-Bissau: Campanha eleitoral termina e observadores da CPLP esperam escrutínio «tranquilo»



A campanha eleitoral para as eleições legislativas de domingo, dia 10 de março, na Guiné-Bissau termina hoje. Chefe da missão de observadores eleitorais da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) no país espera que escrutínio «tranquilo» dos resultados.

Após 20 dias de intensa campanha eleitoral, nomeadamente no interior do país, os partidos políticos viram agora atenções para a capital guineense, Bissau, onde irão realizar os comícios finais.  Entre estes, destaca-se o Partido Africano para a Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC), o Partido de Renovação Social (PRS), o Movimento para a Alternância Democrática (Madem-G15) e a Assembleia do Povo Unido - Partido Democrático da Guiné-Bissau (APU-PDGB).

O PAIGC, vencedor das legislativas de 2014, escolheu o Estádio Lino Correia, no centro da cidade, para o seu comício final, enquanto a segunda maior força política do país, o PRS, vai terminar a campanha no bairro Lala Queima.

O Madem-G15, partido criado por um grupo de dissidentes do PAIGC, vai terminar a sua primeira campanha eleitoral no jardim em frente à Câmara Municipal da cidade, perto da sua sede nacional.

Também a APU-PDGB, de Nuno Nabian, escolheu o centro da capital para fazer um comício de encerramento, neste caso junto ao porto de Pindjiguiti, onde também arrancou com a campanha eleitoral.

No próximo domingo, dia 10 de março, mais de 761 mil eleitores irão às urnas para escolher os novos representantes parlamentares da Guiné-Bissau, entre os candidatos apresentados por 21 partidos políticos.

 

Observadores eleitorais da CPLP esperam escrutínio tranquilo dos resultados

Luís Pedro, chefe da missão de observadores eleitorais da CPLP, afirmou, em declarações à Lusa, que espera que tudo «decorra da forma mais tranquila possível», considerando esse como o «cenário ideal». O diplomata brasileiro acrescentou que o objetivo da missão de observadores é conferir-se o quadro eleitoral é «respeitado, mas sempre de uma forma invisível», salientando a «postura sempre será construtiva no sentido de assegurar a continuidade institucional da situação política do país», explicou.

A missão de observação eleitoral da CPLP tem 12 elementos que no domingo vão estar distribuídos por várias regiões da Guiné-Bissau.


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