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Governo português «orgulhoso» do resultado da missão a Moçambique
Revista PORT.COM • 02-Abr-2019
Governo português «orgulhoso» do resultado da missão a Moçambique



Militares e Governo regressados de Moçambique mostraram-se orgulhosos do trabalho realizado na Beira, de distribuição de alimentos e água à população.

Após uma missão de nove dias na cidade da Beira, com vista à distribuição de alimentos e água potável e operações de busca e salvamento à população afetada pelo ciclone Idai, regressaram a Portugal os militares portugueses.

Ana Santos Pinto, secretária de Estado da Defesa Nacional, recebeu-os dizendo «eu sei que este é o momento em que estão ansiosos por chegar às vossas casas e às vossas famílias, mas eu não poderia deixar de vir aqui, em representação do Estado português, deixar-vos as nossas palavras de reconhecimento e de orgulho pela missão que prestaram em Moçambique». A governante destacou que «em menos de 12 horas estavam preparados e embarcaram a caminho de Moçambique numa missão humanitária, numa situação de catástrofe e tragédia (...)», o que revela que «as Forças Armadas Portuguesas estão sempre prontas e ao serviço de Portugal e daqueles que na comunidade internacional necessitam».

Pedro Coelho Dias, porta-voz do Estado-Maior-General das Forças Armadas frisou que os militares da força de reação se mostraram «de coração cheio» pelo apoio prestado ao povo de Moçambique.

José Carlos Sobreira, chefe da missão, sublinhou que «foi muito importante também apoiarmos a comunidade portuguesa, nomeadamente com o plano de vacinação, para tranquilizá-los para as doenças que aí se avizinhavam» e acrescentou que «nós demonstrámos que somos preparados para guerra, mas conseguimos combater na paz; temos um braço forte, mas uma mão amiga».

Conceição Batista, fuzileiro, apontou a coordenação de operacionais e meios como o principal problema no terreno. «Existem muitos géneros e apoios a chegar ao aeroporto. (É preciso) organizar, identificar quais as zonas de maior carência» e fazer chegar os apoios.

O número de mortes provocadas pelo ciclone Idai ultrapassa os 800 em moçambique, Malawi e Zimbabué, afetando mais de dois milhões e meio de pessoas.


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