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MNE português agradece apoio de Bissau às candidaturas de Portugal nas organizações internacionais
Revista PORT.COM • 28-Jul-2019
MNE português agradece apoio de Bissau às candidaturas de Portugal nas organizações internacionais



O ministro dos Negócios Estrangeiros português, Augusto Santos Silva, agradeceu ao Presidente da Guiné-Bissau, José Mário Vaz, pelos apoios que o seu país tem dado à Portugal em vários processos de candidaturas e propostas em fóruns internacionais.

O chefe da diplomacia portuguesa, que fez uma visita de trabalho de dois dias à Guiné-Bissau, teve um encontro de cortesia com o líder guineense a quem, disse aos jornalistas, transmitiu os cumprimentos «das mais altas autoridades» de Lisboa bem como os agradecimentos pelos apoios.

«Sei do apoio que a Guiné-Bissau prestado à Portugal, um apoio naturalmente recíproco, mas cumpri-me a mim agradecer o apoio que tem prestado à Portugal no plano internacional, designadamente nas candidaturas e outras propostas», no quadro das Nações Unidas e outras organizações, observou Santos Silva.

O responsável português disse ainda ter aproveitado a audiência com José Mário Vaz para lhe agradecer pelas «boas contribuições» que a Guiné-Bissau tem trazido às organizações como Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP) e Comunidade Económica de Estados da África Ocidental (CEDEAO).

Augusto Santos Silva indicou também aos jornalistas ter destacado na sua audiência com José Mário Vaz «o papel de grande responsabilidade» que um guineense tem hoje no Instituto Internacional de Língua Portuguesa (ILP), Incanha Intumbo, diretor executivo daquela instituição.

«O Instituto Internacional de Língua Portuguesa é o braço da CPLP para promoção internacional da língua portuguesa, aproximação entre as diferentes variantes do português falado nos países da comunidade», observou o chefe da diplomacia lusa.

Santos Silva acrescentou ainda ter aproveitado a audiência com José Mário Vaz para destacar e enaltecer «o papel e a prontidão» que a Guiné-Bissau tem tido no âmbito da União Africana, designadamente na elaboração do Acordo de Livre Comércio à escala internacional.

Neste particular, o chefe da diplomacia portuguesa não deixou de frisar perante José Mário Vaz o papel «de um outro ilustre guineense», o economista Carlos Lopes.


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