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Privatização de explorações agropecuárias em Angola atrai sete empresas
Revista PORT.COM • 11-Nov-2019
Privatização de explorações agropecuárias em Angola atrai sete empresas



Sete empresas angolanas e estrangeiras ficaram habilitadas para participar no concurso público de privatização das explorações agropecuárias do Longa (Cuando Cubango), Cuimba (Zaire), Camaiangala (Moxico) e Sanza Pombo (Uíge), informou o Instituto de Gestão das Participações do Estado (IGAPE).

O comunicado divulgado em Luanda informa ainda ter a exploração agropecuária do Longa tido uma candidatura, a de Camaiangala três, a agroindustrial do Cuimba cinco e a do Sanza Pombo três, dispondo os concorrentes agora de um prazo de 30 dias para apresentarem as respetivas propostas financeiras.

As quatro explorações agropecuárias de Camaiangala, Longa, Sanza Pombo e Cuimba, com aproximadamente 45 mil hectares, em processo de privatização, estão avaliadas em 110 milhões de dólares.

A exploração de Camaiangala, localizada na província do Moxico, município de Camanongue, está avaliada em 24 milhões de dólares, tendo sido objeto de um projeto “chave na mão” adjudicado à empresa China National Electronics Import and Export (CEIEC), em 2011.

A de Cuimba, situada na província do Zaire, ocupa uma área de 9784 hectares, dos quais cerca de 2140 hectares foram desmatados, limpos e preparados para a produção agrícola, onde já foi semeado milho em regime de sequeiro.

A exploração Sanza Pombo, localizada na província do Uíge, está avaliada em 22 milhões de dólares e ocupa uma área bruta de 9433 hectares dos quais cerca de 25% foram desmatados, limpos e preparados para a produção agrícola.

O objetivo inicial era destinar cerca de 500 hectares à irrigação por inundação para a produção de arroz, mas os recursos hídricos disponíveis não têm sido suficientes para a produção deste cereal.

Localizada no Cuando Cubango, a exploração agroindustrial do Longa é considerada uma das maiores unidades de produção de arroz instaladas no país, tendo sido construída entre 2010 e 2012 e projetada para produzir arroz em 1500 hectares.

Foto: © Estevão Manuel


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