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Marcelo Rebelo de Sousa visita Beira e anuncia novo apoio a atingidos pelo Idai
Revista PORT.COM • 19-Jan-2020
Marcelo Rebelo de Sousa visita Beira e anuncia novo apoio a atingidos pelo Idai



O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, visitou áreas que estão a ser reconstruídas na capital de Sofala. Governo português anunciou transferência de recursos para saúde e para aquecer a economia da região.

Marcelo Rebelo de Sousa, visitou na passada quinta-feira (16 de janeiro) a cidade da Beira, no centro de Moçambique, que foi devastada, no ano passado, pelo ciclone Idai. Portugal anunciou um investimento suplementar de 400 mil euros para o Hospital Central da Beira.

O chefe de Estado foi ver no terreno como está a ser feita a reconstrução da cidade. «Há obviamente casas isoladas, ainda há zonas de acesso impossível, ainda há infraestruturas demolidas e de reconstrução difícil. É de fato uma aventura e os beirenses são, como costumam dizer e disseram vários, muito resistentes», observou Marcelo.

O Presidente visitou as obras de reconstrução de hospitais financiadas pelo Governo de Portugal. Marcelo Rebelo de Sousa esteve no centro de saúde urbano de Macurungo e no Hospital Central da Beira, onde conversou com alguns pacientes internados.

Segundo o ministro dos Negócios Estrangeiros de Portugal, Augusto Santos Silva, logo após a passagem do ciclone Idai, Portugal ajudou Moçambique com mais de 4 milhões de euros para a reposta de emergência. Na visita da passada quinta-feira, o ministro anunciou que o investimento suplementar de reconstrução e ampliação do Hospital Central da Beira deverá possibilitar a instalação de um centro de formação profissional.

Apoio à economia

Marcelo Rebelo de Sousa garantiu ainda ajuda às empresas da região. O chefe de Estado fez saber que, na passada quarta-feira, foram assinados novos acordos em Maputo para apoiar as obras de reconstrução das áreas afetadas pelos ciclones Idai e Kenneth, no centro e norte de Moçambique.

O Presidente da República garantiu que Portugal vai continuar a ajudar. «Foram (acordos) para aqui para cima, lá mais para o norte, e têm a ver, por um lado, com a reconstrução e reforço de meios financeiros para apoio à reconstrução e, depois, já uma terceira fase, são apoios à atividade empresarial daquilo que é importante para o futuro», disse.

 


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