ÚLTIMAS
NOTÍCIAS

Vida e obra de Tony Carreira em documentário
Revista PORT.COM • 26-Jul-2019
Vida e obra de Tony Carreira em documentário



O documentário focado na vida e obra do cantor Tony Carreira, 'Tony', de Jorge Pelicano, estreou ontem nos cinemas portugueses.

O filme, de acordo com a distribuidora NOS Audiovisuais, “é um retrato inédito da vida de Tony Carreira, onde marcam presença a família, os amigos e as histórias desses milhares de portugueses que o acompanham há 30 anos e que, mesmo nos momentos mais difíceis, nunca o abandonaram”.

O cantor assinalou no ano passado 30 anos de carreira, anunciando uma pausa “no seu percurso musical”, por tempo indeterminado.

De acordo com a distribuidora do filme, “o realizador Jorge Pelicano teve acesso exclusivo à vida pessoal e profissional de Tony Carreira, acompanhando-o, durante este ano decisivo, em sucessivas digressões nacionais e internacionais”.

“Da digressão francesa, às gravações do dueto com Rudy Pérez em Miami – um dos mais prestigiados produtores de música latina (e um dos nomes envolvidos na polémica de plágio) – de Israel, à infância de Tony Carreira; do seu primeiro sucesso nos anos 80, em França, à conquista das grandes salas de espetáculos, como o Olympia de Paris; ‘Tony’ releva imagens inéditas e testemunhos únicos deste ‘fenómeno’ da música nacional que é, indubitavelmente, uma inspiração para todos os portugueses”, lê-se num comunicado da distribuidora.

A subida ao palco do Casino Peninsular da Figueira da Foz, a 05 de março de 1988, para participar no Prémio Nacional de Música, é considerado o início da carreira de António Manuel Mateus Antunes (Tony Carreira), do Armadouro, no concelho da Pampilhosa da Serra, e que esteve vários anos emigrado em França.

Tony Carreira, de 55 anos, começou a cantar em França, para a comunidade portuguesa, numa banda constituída com os irmãos, Irmãos 5.

Em 1988, já a solo, editou o primeiro ‘single’, depois da participação no Festival da Canção da Figueira da Foz.

O primeiro álbum do cantor, “Não vou deixar de te amar”, data de 1991.

Ao longo da carreira, editou 28 álbuns, 20 dos quais de originais, e quatro DVD, nos quais ficaram registados, entre outros, concertos no Olympia, em Paris, e na Altice Arena, em Lisboa.

O cantor conseguiu alcançar, de acordo com informação disponibilizada no seu ‘site’, a marca de “60 discos de platina e mais de quatro milhões de discos vendidos”.

Nos últimos 30 anos, “esgotou, em várias ocasiões, alguns dos mais importantes e carismáticos recintos de espetáculos do Mundo, como os incontornáveis Olympia e Zenith em Paris, o imponente Emperors Palace na África do Sul, o marcante Queen Elizabeth nos Estados Unidos, ou a mítica Brixton Academy em Londres, só para citar os mais marcantes”.

Em 2016 foi distinguido, em França, com o grau de Cavaleiro da Ordem das Artes e das Letras, e no ano seguinte esteve envolvido num processo judicial, que não chegou a ir a julgamento, em que foi acusado de plágio pela editora Companhia Nacional de Música.

Jorge Pelicano, que nasceu na Figueira da Foz em 1977, iniciou a vida profissional no jornalismo, sobretudo como repórter de imagem em televisão, antes de enveredar pelo cinema documental.

É autor dos documentários “Ainda há pastores?” (2005), “Pare, escute, olhe” (2009), “Para-me de repente o pensamento” (2015) e “Até que o porno nos separe” (2018).


Etiquetas
Partilhar

OPINIÃO
Significado das próximas eleições para a Assembleia da República
Paulo Pisco
Deputado do PS
Incêndios rurais: prevenir é mesmo o melhor remédio
Miguel Freitas
Sec. de Estado das Florestas
Por um regresso seguro a casa
José Artur Neves
Sec. de Estado da Proteção Civil
DISCURSO DIRETO
Monumentos ao emigrante em Portugal
Daniel Bastos, Historiador
PORTUGAL
Defesa de nova visão sobre as comunidades portuguesas
José Luís Carneiro
PORTUGAL
Um eterno e constante devir....
José Caria, diretor-adjunto da PORT.COM
PORTUGAL
REDES SOCIAIS
GALERIA DE FOTOS
QUIZ