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Críticos e revistas internacionais distinguem Vinhos Casal Sta Maria
Revista PORT.COM • 08-Mai-2018
Críticos e revistas internacionais distinguem Vinhos Casal Sta Maria



O Ramisco Colares 2007 conquistou 93 pontos no crivo do crítico Robert Parker, e o Ramisco Colares 2007 e Malvasia Colares 2014 receberam 90 pontos da Wine Spectator.

Os vinhos Casal Sta Maria foram distinguidos com pontuações elevadas pelo site do crítico de vinhos Robert Parker, um dos mais conceituados a nível internacional, da Wine Advocate, e também pela revista Wine Spectator. O principal foco da atenção vai para os inéditos 93/100 pontos Parker que o vinho Casal Sta. Maria Ramisco DOC Colares 2007 obteve.

Mark Squires, um dos provadores mais respeitados da Wine Advocate, lembra o estágio de dois anos em toneis de madeira exótica de mogno, passando depois mais dois anos em barricas de carvalho francês, e outros dois anos de estágio em garrafa. O resultado, é um vinho com «uma finesse maravilhosa de palato, fresco, com notas de fruta e alguma acidez no fim de boca. Tem notas de fruta vermelha e de framboesas secas. Depois, tem ainda alguma ameixa e notas laterais de beringela».

Este não foi o único vinho de Casal Sta Maria a chamar a atenção da conceituada revista. O Casal Sauvignon Blanc 2015 e o Casal Sta. Maria Pinot Noir 2012, produzidos a partir das vinhas originais plantadas pelo Barão Bodo von Bruemmer, também receberam a atenção de Mark Squires, com pontuações de 89/100 pontos Parker.

Também a Wine Spectator se rendeu aos vinhos Casal Sta Maria. O Ramisco Doc Colares 2007 e o Malvasia Doc Colares 2014 receberam 90 pontos deste outro conceituado meio norte-americano. 

 

Vinhos de ‘grande potencial’

Os vinhos do Casal de Santa Maria apresentam uma gama de excelência, onde se destacam os brancos, elegantes, salinos e de perfil muito diferente, mas também os tintos e rosés.

A Quinta, que remonta ao início do século XVIII, chegou a produzir vinho até 1903. Cem anos mais tarde, o Barão Bodo von Bruemmer retomava a vertente vinícola da quinta. Plantou as vinhas mais ocidentais da Europa, entre o Oceano Atlântico e a Serra de Sintra. As noites frescas e as manhãs marcadas pela neblina, acompanhadas pelas brisas atlânticas, ajudaram a criar vinhos muito frescos, minerais e elegantes, com a particularidade de serem marcados por fortes notas salgadas. São vinhos com grande potencial de envelhecimento, complexos e com carácter, que expressam bem o ‘terroir’ único de Colares.


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