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Festival Internacional de Balonismo pinta o céu de Coruche
Revista PORT.COM • 13-Mar-2017
Festival Internacional de Balonismo pinta o céu de Coruche



A primeira edição do Rubis Gás UP traz a Portugal balões de ar quente com formatos como aves, motas de competição ou até de botija de gás. Tem início no final do mês.

Coruche recebe a primeira edição do Rubis Gás UP, um festival internacional de balonismo que, entre 28 de março e 2 de abril, vai colorir o céu da vila ribatejana com mais de 35 balões de ar quente. O evento, organizado pela empresa Windpassenger, vai receber equipas da modalidade provenientes de países como Espanha, França, Inglaterra, Luxemburgo, Holanda, Bélgica, Alemanha, Estados Unidos e Brasil.

Alguns dos balões apresentam formas especiais, como um pelicano, uma coruja, uma moto de competição ou até uma botija de gás do principal patrocinador do evento, que também conta com a cooperação do município de Coruche, da Quercus e da marca Paladin.

A principal atração do festival é a possibilidade de os visitantes poderem fazer voos livres nos balões, controlados por pilotos experientes, sobre as paisagens coruchenses, sejam a própria vila, o rio Sorraia, florestas, lezírias e montados, não fosse este um concelho que marca a transição entre as regiões do Ribatejo e do Alentejo.

Cada voo custa 159€ por pessoa, que possibilita a plantação de uma árvore de espécie autóctone numa herdade municipal que a autarquia de Coruche pretende reflorestar. Parte do valor reverte a favor da organização ambiental portuguesa QUERCUS.

Para além disso, é possível a observação da vila a partir do céu num balão estático ou assistir ao Night Glow, um espetáculo noturno de luz e som durante o qual os balões vão sincronizar os seus queimadores ao ritmo da música. Durante o evento, Coruche vai receber vários espaços destinados ao artesanato e a atividades para toda a família.

Na conferência de imprensa de apresentação do evento, o presidente da Câmara Municipal de Coruche, Francisco Oliveira, congratulou-se com a “oportunidade de “vender” a belíssima imagem do município, com toda a sua paisagem natural”.

O presidente do Turismo do Alentejo e Ribatejo, António Ceia da Silva, elogiou a iniciativa, que promove a possibilidade de se voar de balão na região: “Temos que criar eventos que produzem repercussão durante todo o ano. Fazer eventos que morram em si mesmo não considero relevante”.

O diretor de operações da Windpassenger, Guido dos Santos, expressou o desejo de que o evento “possa crescer ano após ano até chegar aos 100 balões por edição”. Esta empresa portuguesa tem prática a sobrevoar destinos como Holanda, França, Suíça, Emirados Árabes Unidos, Marrocos e Angola. No ano passado participou na organização do II Festival de Balões de Ar Quente na Ribeira Grande, nos Açores.


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