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Colóquio da Diáspora destaca a importância do artesanato nacional na FIA
Revista PORT.COM • 01-Jul-2017
Colóquio da Diáspora destaca a importância do artesanato nacional na FIA



O Colóquio da Diáspora do Projeto Tradição Lusa, promovido pela AASE – Associação de Artesãos da Serra da Estrela, decorreu na passada quarta-feira, em Lisboa.

Inserido na Feira Internacional de Artesanato (FIA), o colóquio teve como principal objetivo promover os produtos regionais da região Centro de Portugal através da implementação de um plano estruturado que pretende fomentar a internacionalização nas empresas da região centro.

A sessão foi coordenada por João Amaral, presidente da AASE - associação representante da Federação Portuguesa de Artes e Ofícios para a Região Centro -, e contou com os testemunhos de profissionais que estão a trabalhar em mercados internacionais: Rui Garcia, diretor de Negócio Internacional  da Caixa Central de Crédito Agrícola (Mercado Suíço e Feira de Montreux), Elise Prudente, responsável comercial da Feira de LYON (Mercado Francês e Feira de Lyon), Patrícia Marcelino, diretora executiva da PM Excel Group  (Mercado Britânico e Feira "Portugal International" – London), João Censi, representante da Feira do Dubai (Mercado Árabe (EAU) e Feira do Dubai) e Roberta Roffi, representante da GEFI (Mercado Italiano e Feira de Artesanato de Milão).

“Os resultados que estamos a atingir, na divulgação do nosso artesanato e, em particular, da criação de condições para que os nossos artesãos tenham uma presença forte com o grau de qualidade que é percetível na FIA, se deve muito a esta relação de parceria e de cumplicidade” com a AASE, referiu Pedro Machado, presidente da Turismo Centro de Portugal, na sua intervenção.

Destacando a importância do mercado nacional, Pedro Machado deu também destaque à importância de captar novos mercados, “desde logo no mercado francês, que entre 2016 e 2017 foi o mercado que mais cresceu do ponto de vista da emissão de turistas para a região Centro, mas também no mercado italiano e no mercado inglês [entre os cinco mercados principais] que são dois mercados onde nós queremos fazer uma aposta crescente”. 

O presidente da Turismo do Centro deu ainda destaque à importância de aliar, num trabalho conjunto de promoção e valorização da atividade económica que está associada ao artesanato, a possibilidade de solidariedade, relembrando o infortúnio que aconteceu em vários concelhos do Centro, devido aos incêndios. 

“A Região Centro, que tem a rede das aldeias de xisto, das aldeias históricas e muitos produtos que estão enraizados no coração do país, precisa hoje que os portugueses e os estrangeiros não deixem de visitar o Centro de Portugal”, ressalvou, pedido sobretudo aos três mercados presentes no colóquio, “muito importantes para o Centro de Portugal, que nos ajudem a ultrapassar rapidamente este momento de dificuldade”.

“No boletim de abril de 2017, a Região Centro cresceu 37% em hospedes. É a maior cifra do ponto de vista nacional. O que queremos é que este destino se traduza em captação e distribuição de riqueza. Se o artesanato estiver na linha da frente daqueles que podem melhorar a sua performance, aumentar os seus negócios e aumentar o seu rendimento, ficamos muito satisfeitos que assim possa acontecer”, concluiu.


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