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Empresas debatem forma de potenciar Portugal como destino turístico
Revista PORT.COM • 01-Fev-2018
Empresas debatem forma de potenciar Portugal como destino turístico



O congresso da Associação de Congressos, Animação Turística e Eventos está a debater em Viseu, até amanhã, a forma como os agentes ligados ao turismo podem potenciar a eleição de Portugal como melhor destino do mundo.

O sexto congresso da Associação Portuguesa de Empresas de Congressos, Animação Turística e Eventos (APECATE) tem como tema central "Portugal Melhor Destino Mundial - Como Potenciar?", procurando abordar questões como sinergias, internacionalização, qualificação ou a estruturação do setor.

Por Viseu vão passar cerca de 200 pessoas, a maioria empresários, mas também algumas autarquias que "cada vez se preocupam mais com a área do turismo", disse o presidente da associação, António Marques Vidal, à agência Lusa.

Para António Marques Vidal, "Portugal tem trabalhado muito bem" na área do turismo, sendo que o congresso procura perceber se, mesmo assim, "está tudo bem e o que se pode e deve fazer" para melhorar o setor e o país como destino.

Segundo o presidente da APECATE, os agentes associados aos congressos e animação turística "são fundamentais para potenciar Portugal como destino turístico".

"Não somos o setor que mais fatura - a grande faturação está na restauração e na hotelaria - mas é aquele que ajuda a decidir o destino" dos turistas, frisou, sublinhando que os eventos e a animação turística desempenham também um papel importante na criação de marcas para uma região, concelho ou cidade.

De acordo com António Marques Vidal, "um hotel diferente não marca uma região". Já um bom hotel "com um bom programa gastronómico, num concelho com boas experiências culturais e ao ar livre e com eventos pode passar a ser um destino sério", referiu.

Na perspetiva do responsável da APECATE, já há um trabalho de cooperação entre os diferentes agentes da área do turismo na última década, mas "falta aprofundar as sinergias".

"Todos nós temos de fazer um esforço para um maior entrosamento", defendeu, considerando também que é necessário melhorar a relação com as tutelas do ambiente e do mar, onde "continua a existir um clima de proibição".

Nesse sentido, António Marques Vidal propõe a revisão da legislação face "às necessidades atuais" e uma maior celeridade em processos de autorização para a realização de eventos ou atividades que necessitem de aprovação destas duas tutelas.


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