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Tecnologia portuguesa ajuda a monitorizar sinais vitais em bombeiros
Revista PORT.COM • 25-Mar-2017
Tecnologia portuguesa ajuda a monitorizar sinais vitais em bombeiros



João Paulo Cunha, coordenador do Centro de Engenharia Biomédica do Instituto de Engenharia de Sistemas e Computadores, Tecnologia e Ciência (INESC TEC), foi o único português a participar na conferência organizada pelo gabinete das Nações Unidas para a Coordenação de Assuntos Humanitários.

Um professor do Porto apresentou esta semana, numa conferência das Nações Unidas na sede da Google, nos EUA, duas soluções tecnológicas para monitorizar os sinais vitais de paramédicos e bombeiros em situações de conflitos e desastres naturais.

As soluções tecnológicas desenvolvidas no INESC TEC foram os "sensores vestíveis [wearables]" que permitem averiguar, por exemplo, a função cardíaca (através de eletrocardiograma - ECG), a respiração e a temperatura do corpo, de forma a verificar os índices de fadiga, os níveis de 'stress', a exposição ao calor e a gases nocivos (como o monóxido de carbono), explica um comunicado da instituição.

Para além dos sinais vitais, a tecnologia desenvolvida, integrada em sistemas de comunicação de emergência, de informação de alarmes e de gestão de eventos críticos, pode ser utilizada para verificar o posicionamento desses "profissionais de primeira linha.

A conferência, que teve como tema "Capacitar Pessoas Afetadas" ("Empowering Affected People"), decorreu na sede da Google (EUA) e teve como objetivo "assegurar que indivíduos ou comunidades afetadas por conflitos ou desastres naturais tenham voz direta em projetos e programas lançados para o seu benefício".

A conferência contou com a presença de 175 representantes de empresas tecnológicas, agências humanitárias, academias, universidades e entidades governamentais, de vários países.


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