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CaixaBank arranca com 'plano para aumentar as receitas' do BPI
Revista PORT.COM • 08-Abr-2017
CaixaBank arranca com 'plano para aumentar as receitas' do BPI



O presidente executivo do grupo CaixaBank Gonzalo Gortázar revelou, esta semana, que já arrancou com um plano para melhorar o BPI em termos operacionais e para aumentar receitas. As sinergias deverão ascender a 120 milhões a partir de 2019.

O CaixaBank esteve reunido com os acionistas, em assembleia-geral e Gonzalo Gortázar, revelou, aos acionistas, que o CaixaBank e o BPI estão "a trabalhar conjuntamente num ‘plano de 100 dias’ para melhorar a operação e o serviço, reduzir custos e, acima de tudo, aumentar as receitas".

Segundo o responsável, "começámos a trabalhar de forma conjunta e muito intensa num ‘plano de 100 dias’ com o objetivo de construir um modelo mais eficiente e encontrar maneiras razoáveis e rápidas de melhorar a operação do BPI”.

"Temos a previsão de que em dois meses se comecem a aplicar as novas diretrizes operacionais e temos muita confiança que poderemos cumprir comodamente as sinergias que anunciámos de 120 milhões anuais", disse Gortázar.

O responsável, citado pelo Cinco Días, diz que o plano de melhoria da eficiência do BPI arrancou já há cerca de 40 dias e que, dentro de dois meses, deverá ter já renovada a sua operação.

“Cada vez estamos mais convencidos de que o BPI é o melhor banco e o banco com mais potencial de Portugal”.

O presidente não executivo do banco catalão, Jordi Gual, disse que estão "muito satisfeitos por terem completado com êxito a compra do BPI, a número 80 da história da entidade e que nos converte no primeiro banco ibérico tanto em ativos como no volume de negócios e agências. O BPI é um projeto que criará valor de forma sustentável para os nossos acionistas e para os do BPI", realçou.

Gonzalo Gortázar destacou que as mais-valias desta operação, considerando que a compra "tem uma lógica de negócio e também financeira: trata-se de duas entidades que se completam de forma natural", salientou. 

"Cada vez estamos mais convencidos de que o BPI é o melhor banco e o banco com mais potencial" de Portugal.

Gortázar disse estar "bastante impressionado pela diligência, pela capacidade e espírito colaborador das equipas do BPI", realçando que com esta operação o CaixaBank deixa "de ser o primeiro banco em Espanha para ser o primeiro banco na Península Ibérica com um volume de negócios de 564 mil milhões".

O CaixaBank concretizou a compra do BPI em fevereiro, tendo ficado com 84,51% do capital da instituição liderada por Fernando Ulrich. Os catalães, que ofereceram 1,113 euros por cada ação do banco português, investiram 644,5 milhões de euros, para comprarem 568 milhões de ações. Esta aquisição ditou a saída de acionistas do BPI, como Isabel dos Santos, e a redução para posições reduzidas de outros investidores, com o grupo Violas.

A compra do BPI por parte do CaixaBank provocou também alterações ao nível da gestão. A presidência executiva deixou de estar nas mãos de Fernando Ulrich e passou para Pablo Forero. Santos Silva fica como presidente honorário.


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