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Produtos de marcas tradicionais portuguesas apresentados em Paris
Revista PORT.COM • 21-Abr-2017
Produtos de marcas tradicionais portuguesas apresentados em Paris



A Vida Portuguesa vende produtos de mais de meia centena de marcas tradicionais portuguesas, desde chocolates, conservas e azeites a sabonetes, lápis, pincéis de barba, bordados ou cerâmicas.

Os produtos de 30 marcas tradicionais e artesanais representadas na loja A Vida Portuguesa estão a ser apresentados durante um mês em Paris, numa iniciativa que arrancou esta semana.

“A La Trésorerie é uma loja sobretudo de casa e é muito especial, muito conceituada. Todos os anos, normalmente, dedicam um mês a um país. Estiveram em Portugal há cerca de dois meses e eu fiz-lhes uma visita guiada à A Vida Portuguesa. Ligaram-me dois dias depois a dizer que gostavam de fazer uma apresentação da loja em Paris", disse à Lusa a fundadora da loja, Catarina Portas.

A primeira A Vida Portuguesa abriu em 2007 no Chiado, em Lisboa. Na cidade há, entretanto, mais três espaços (outro no Chiado, no Intendente e no Mercado da Ribeira) e no Porto há uma loja nos Clérigos.

Os produtos a ser apresentados em Paris estarão disponíveis para o público até ao dia 18 de maio e foram escolhidos pela equipa da La Trésorerie de acordo com o gosto dos seus clientes.

"É interessante ver o olhar dos outros sobre nós, porque eles às vezes valorizam coisas que nós já não vemos ou que não damos importância", afirmou Catarina Portas.

A entrada para a La Trésorerie é, por estes dias, uma réplica da entrada da loja portuguesa no Intendente e os produtos nacionais ocupam "metade do espaço da loja" em Paris.

Cada produto terá junto a si uma pequena explicação sobre a marca e a sua origem, o que, considera Catarina Portas, "pode ser uma porta de entrada direta para o mercado parisiense".

A fundadora acrescentou que esta apresentação pode contribuir para uma alteração da imagem que o público francês tem tradicionalmente de Portugal, mostrando que as fábricas, apesar de "mais pequenas, podem fazer coisas mais especiais" e que existe um "tecido industrial antigo", com história e tradição.

"É uma afirmação da nossa manufatura e da nossa indústria, que nós sempre achámos um bocadinho atrasada, que não se tinha modernizado tanto como o resto da Europa, mas na realidade, para o mercado de hoje, também pode ser uma vantagem", referiu.


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