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Exportações portuguesas de calçado atingem recorde em 2017
Revista PORT.COM • 20-Mai-2018
Exportações portuguesas de calçado atingem recorde em 2017



Segundo dados do Instituto Nacional de Estatística (INE), as exportações de calçado do setor português alcançaram em 2017 um novo máximo histórico, ao aumentarem 2,8% para 1965 milhões de euros, acumulando oito anos consecutivos de crescimento nos mercados internacionais.

A Associação Portuguesa dos Industriais de Calçado, Componentes e Artigos de Pele e Seus Sucedâneos – APICCAPS, refere que desde 2009 que as vendas de calçado português no exterior aumentaram mais de 50%. Resultado de uma jogada sem precedentes nos mercados internacionais, Portugal passou a exportar mais 700 milhões de euros, amplificando ainda a geografia das exportações a mais de 20 novos destinos.

Portugal exportou em 2017 um total de 83 milhões de pares de calçado – mais de 95% da produção – para 152 países dos cinco continentes, com a Europa a permanecer como principal destino das exportações nacionais. No entanto, é notório o crescente interesse das empresas portuguesas em explorar os mercados fora do continente europeu.

Fora da União Europeia a exportações portuguesas aumentaram 7,1%, digno de referir os bons resultados registados na Rússia (mais 63%, para 33 milhões de euros), Angola (mais 6%, para 18 milhões de euros) e China (mais 3%, para 13 milhões de euros). Já para o Canadá e para os EUA, país que está no foco das ações da APICCAPS este ano, as exportações diminuíram 1,5%, para 99 milhões de euros.

Com a ambição assumida de «ser a indústria mais moderna do mundo, aliando o saber às mais modernas tecnologias», o setor português do calçado tem em vista um investimento de 50 milhões de euros até 2020 no contexto de um programa de inovação e economia digital – o FOOTUre 4.0.

Segundo a APICCAPS, o FOOTure 4.0 definiu quatro «prioridades estratégicas»: criar formas de interação com o cliente num contexto digital e em rede; melhorar a flexibilidade, tempo de resposta ao cliente, inteligência de negócios e sustentabilidade; qualificar o setor para a Indústria 4.0, tornando-o mais dinâmico, inovador e capaz de criar negócios; e melhorar a inteligência e imagem do setor.


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