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Empresas francesas têm três mil vagas à espera de portugueses
Revista PORT.COM • 14-Out-2018
Empresas francesas têm três mil vagas à espera de portugueses



Embaixada francesa prepara anúncio de um novo investimento francês «de peso» em Portugal. Será um novo centro na área das tecnologias da informação.

A rede dos Conselheiros do Comércio Externo da França em Portugal (CCEF) diz que estão por preencher até três mil postos de trabalho, a somar aos mais de 46 mil empregos já gerados pelas multinacionais do país.

«Faltam entre dois mil a três mil empregados qualificados, sobretudo com competências digitais, relacionados com técnica, engenharia», referiu ao Dinheiro Vivo Pierre Debordeau, presidente do grupo de conselheiros mandatado pelo governo francês para apoiar os trabalhos da embaixada francesa.

O baixo nível de digitalização do setor privado em Portugal, a escassez de capital para apoiar os mais bem-sucedidos entre as startups do país e a elevada concentração das tecnologias de informação em Lisboa e Porto são outros dos desafios apontados. Apesar das dificuldades, é no setor digital que se espera o próximo reforço de investimento francês em Portugal.

Segundo o Dinheiro Vivo, a embaixada de França revela que o país voltará a ser escolhido para a instalação de um centro de serviços por uma empresa francesa. Sem indicar qual a empresa ou em que zona do país será feita o investimento, Debordeau avança que esta será «de peso». E engrossará a lista de operações onde já se encontram nomes como os da Altran, Webhelp, BNP Paribas, Europcar, Natixis ou Teleperformance.

Em França, as empresas estão obrigadas a uma contribuição para formação equivalente a 0,2% da massa salarial dos trabalhadores. O stock de investimento direto de França em Portugal era em junho de 6,3 mil milhões de euros, abaixo dos 6,7 mil milhões de euros e 2017, ano em que cresceu 140%. Mas Jean-Michel Casa, o embaixador de França em Portugal, assegura que o investimento irá manter-se a subir.

«Está a crescer mais que o investimento estrangeiro de outros países. Não vejo razões para esta tendência mudar. O crescimento da economia portuguesa está lá. O interesse em Portugal é evidente».


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