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Empresas portuguesas podem começar a exportar pêras e maçãs para a Índia
Revista PORT.COM • 28-Out-2018
Empresas portuguesas podem começar a exportar pêras e maçãs para a Índia



O secretário de Estado da Agricultura anunciou, em Madrid, negociações para a abertura dos mercados da China e da Indonésia às frutas e legumes nacionais.

No âmbito de uma das maiores feiras internacionais de frescos, a ‘Fruit Attraction’, que decorreu em Madrid, Luís Vieira, secretário de Estado da Agricultura, afirmou que o governo português conseguiu abrir o mercado da Índia às exportações de pêra e maçã.

«Estamos também a trabalhar nos mercados da Indonésia e da China. Na China, já conseguimos a abertura do mercado para produtos de carne de origem animal e onde pretendemos abrir para frutos de mesa e estamos a trabalhar na pêra e na maçã», disse o governante.

Um estudo internacional recente aponta que em 2030 a China, a Índia e a Indonésia irão representar 56% do consumo mundial de frutas e legumes, pelo que esses três mercados são uma das principais prioridades para as empresas portuguesas desde que estejam abertos aos produtos nacionais da fileira da ‘Portugal Fresh’.

O secretário de Estado da Agricultura sublinhou ainda que, desde que entrou em funções, o atual Governo já abriu 50 mercados externos para produtos agroalimentares portugueses e adiantou que o Executivo de António Costa está neste momento a trabalhar em 53 dossiês para abertura de 50 novos mercados externos.

O governante considerou que «isto demonstra que o Governo está empenhado em abrir novas oportunidades de exportação às empresas portuguesas», dando como exemplo a recente abertura aos produtos nacionais do México, um mercado com 120 milhões de consumidores.

Luís Vieira revelou ainda que no âmbito do programa de financiamento comunitário Plano Desenvolvimento Rural 2020 (PDR) já foram aprovados pelo Governo português mais de seis mil projetos na fileira das frutas e legumes, com valor global de investimento previsto na casa 700 milhões de euros, dos quais cerca de 3.700 milhões de euros irão ser a fundo perdido.


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