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Fosun diz que Portugal «acolhe bem» o investimento chinês
Revista PORT.COM • 13-Jan-2019
Fosun diz que Portugal «acolhe bem» o investimento chinês



O presidente da Fosun International apontou as «relações muito próximas» entre Portugal e a China e referiu as participações na Fidelidade e no BCP como exemplos de como o país «acolhe bem» o investimento daquela multinacional chinesa.

«As relações entre a China e Portugal são muito próximas hoje em dia. Os nossos investimentos na Fidelidade [seguradora portuguesa da qual a Fosun detém 85%] e no BCP [onde a Fosun controla 27,06% do capital] são a evidência de que Portugal acolhe bem o investimento da Fosun no país», sustentou Wang Qunbin.

Em declarações aos jornalistas em Lima, no Peru, à margem da conferência de imprensa que oficializou a compra pela Fidelidade de 51% do capital da congénere peruana La Positiva, Wang Qunbin considerou que esta operação «é um marco muito importante» para a seguradora portuguesa, já que lhe dá «acesso pela primeira vez ao mercado da América Latina».

«A La Positiva é um dos líderes de mercado no Peru e na Bolívia no mercado segurador. Com este investimento, a Fidelidade aumentou significativamente a sua base de clientes, de cerca de dois milhões para mais de cinco milhões», destacou.

Wang Qunbin salientou ainda que este investimento torna também a Fidelidade mais internacional, dando-lhe «mais visibilidade no mercado internacional, nomeadamente na América Latina», quando "até agora estava sobretudo focada em Portugal e nos países de língua portuguesa".

Adicionalmente, disse, a operação «vai acrescentar benefícios financeiros à Fidelidade», ao mesmo tempo que favorecerá o «espírito empreendedor, num contexto de globalização, da equipa de gestão e do pessoal» da seguradora portuguesa, «com partilha de conhecimentos e 'know-how' [conhecimento] com a La Positiva».

Jorge Magalhães Correia, presidente da Fidelidade e 'global partner' da Fosun, afirmou à agência Lusa que «os investimentos da Fosun em Portugal têm sido caracterizados pela qualidade e não pela quantidade», estando a multinacional chinesa «confortável pela qualidade dos investimentos que fez» no país.


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