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Lusophone Business Assistance apoia as empresas portuguesas que pretendam expandir o seu negócio para a Suíça
Revista PORT.COM • 06-Mar-2019
Lusophone Business Assistance apoia as empresas portuguesas que pretendam expandir o seu negócio para a Suíça



Nuno dos Santos chegou à Suíça em 2003 e tal como todos os portugueses foi à procura de um recomeço. Em 2011 criou a Associação de Apoio à Comunidade Portuguesa, cuja missão é minimizar o impacto negativo da chegada dos emigrantes ao fortalecer o apoio prestado. Agora decidiu estender esta rede de apoio ao mercado empresarial e lançou a Lusophone Business Assistance.

Nunca a palavra internacionalização foi tão discutida nas realidades organizacionais. Com a crise económica europeia e a fraca absorção do mercado interno, sobretudo para empresas que atuam em nichos ou em mercados domésticos pequenos e limitados, é crucial para a sua autossustentação e sobrevivência que diversifiquem a sua presença e iniciem ou reforcem a mesma nos mercados internacionais. 

Um dos países que mais desperta o interesse das empresas portuguesas é a Suíça, sendo que em 2017 foram inscritas no Registro Comercial mais de 41 mil novas empresas, pertencendo mais de um terço delas a investidores estrangeiros.

Com um mercado doméstico de 8 milhões de consumidores com elevado poder de compra, a Suíça, para além de ter um ecossistema muito recetivo ao investimento estrangeiro, representa ainda uma ponte para negócios a uma escala mundial, ideal para a promoção de networking uma vez que conecta e congrega investimentos de todo o mundo.

A internacionalização não pode ser vista como uma mera extensão das posições estratégicas nacionais e o plano de negócios exige adaptação ao mercado de chegada. Não se trata de um processo simples e uma exposição internacional implica riscos e consequências que muitas vezes vão para além do capital investido. Por muitos estudos e análises que se façam a todas as variáveis internas ou externas como a envolvente política, jurídica, económica, social e cultural, quando se está no terreno começam os verdadeiros problemas.

Esta realidade assusta muitas empresas, que receosas da mudança não equacionam no seu modelo de negócio a internacionalização, sobretudo quando nos referimos a pequenas e médias empresas.

 

Leia a notícia na íntegra na edição de março da Revista PORT.COM.


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