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Grupo Garland faturou 120 milhões de euros em 2018
Revista PORT.COM • 07-Jun-2019
Grupo Garland faturou 120 milhões de euros em 2018



O Grupo viu a faturação crescer 4,9% em comparação com período homólogo.

Em 2018, o Grupo Garland faturou 120 milhões de euros (M€), registando um crescimento de 4,9% face a período homólogo para os mesmos negócios. A média de crescimento anual do Grupo Garland é, desde 2016, de 5,5%.

As empresas internacionais do Grupo, que é um dos líderes no setor de transportes, logística e navegação, nomeadamente a Ocidenave España, com escritórios em Valência e Barcelona, a Garland Maroc, com sede em Casablanca, e a chilena Anacondaweb, faturaram um total de 33,3 M€, mais 9,9% que em 2017. A área internacional, com que o Grupo arrancou em 2014, representa já 27,9% da faturação global.

Num ano em que todos os negócios do core business da Garland refletiram crescimento, a Logística foi o que viu o seu volume de negócios crescer mais, designadamente 20,1%.

O Grupo Garland fechou 2018 a faturar mais 5,6 M€ que no ano anterior. Em Portugal, o volume de negócios alcançado situou-se nos 91,3 M€, mais 3,5% que em 2017.

“Para esta boa performance, muito contribuiu o crescimento de 20,1% na faturação da Garland Logística, empresa mais recente do Grupo, e aquela que mais tem absorvido investimento, nomeadamente em instalações logísticas”, referiu a empresa.

Com perto de 90.000 m2 de área, distribuída por centros logísticos de norte a sul do país, a Garland Logística fechou o ano com um total de 281.600 paletes armazenadas e perto de 13 milhões de pickings (isto é, separação e/ou preparação de encomendas à peça). Com um volume de negócios em 2018 de 11,5 M€, esta strategic business unit do Grupo recolhe os frutos de uma aposta que tem vindo a ser seguida desde 2012 de construção de centros logísticos equipados com tecnologia de ponta, que favorece a segurança das cargas e a informação ao cliente, e de serviços customizados com um grande nível de valor acrescentado (etiquetagem, reembalamento, conferência e controlo de qualidade, assemblagem de componentes, entre outros serviços).

 

Garland Transport Solutions cresce 4% no primeiro ano fiscal

Também a área de transportes do grupo registou crescimento. A Garland Transport Solutions (GTS), empresa criada em 2017 como resultado da fusão de duas outras, fechou o ano passado, o primeiro fiscal completo, com uma faturação de 53,4 m€, mais 4% que a obtida em período homólogo. No seu conjunto, as empresas de Transportes do Grupo – além da GTS, a Garland Maroc também desenvolve a sua atividade nesta vertente – foram responsáveis por 45,6% da faturação global do grupo. Isto num ano em que, na via marítima, a Garland movimentou 4,5 milhões de toneladas de carga e 6.480 contentores de granéis (bulk), e 1.060 toneladas de carga aérea. Por via terrestre, em 2018, a GTS movimentou 24.630 camiões internacionais e 663 mil toneladas de carga.

O número de colaboradores é outro dos parâmetros que confirma o crescimento sustentável da Garland. O ano passado terminou com um total de 408 colaboradores, mais 36 que em 2017.

«Os resultados que aqui apresentamos e o crescimento sustentado que temos registado ao longo de vários anos são reflexo de uma história de quase 250 anos e do investimento em pessoas, infraestruturas e tecnologia. É este investimento que nos permite desenvolver um melhor serviço, com mais informação para o cliente», revelou Peter Dawson.

O presidente do Grupo Garland explica que as pessoas são o investimento número um para a empresa e que esta tem colhido os frutos dessa aposta.

«Quando investimos em tecnologia fazemo-lo não só pela melhoria do serviço para o cliente, mas porque os nossos colaboradores vão gastar menos tempo a desenvolver determinado processo, podendo empregar esse mesmo tempo em dar mais atenção ao cliente. Pode parecer um paradoxo, mas, efetivamente, cada vez mais orientamos os nossos investimentos, inclusive em tecnologia e infraestruturas, com o objetivo de tornarmos o nosso negócio mais humano. Acreditamos que este é um negócio de pessoas e para pessoas», conclui o responsável.


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