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Secretário de Estado destaca importância do recenseamento automático para comunidades
Revista PORT.COM • 18-Set-2018
Secretário de Estado destaca importância do recenseamento automático para comunidades



José Luís Carneiro destacou recentemente o progresso conquistado com o recenseamento automático dos emigrantes nacionais, no arranque da iniciativa ‘Diálogos com as Comunidades: Leis eleitorais + Participação’, na embaixada de Portugal em Bruxelas.

Durante a primeira série de sessões de esclarecimento, dirigidas às comunidades portuguesas em diferentes países europeus, acerca das recentes alterações às leis eleitorais, José Luís Carneiro começou por referir que «durante muito tempo» persistiu «a ideia de que tecnicamente não era exequível o recenseamento automático» dos emigrantes portugueses, motivo pelo qual não foi possível concretizar antes «aquele que era o propósito dos cidadãos nacionais».

O recenseamento «passa a ser automático, porque automaticamente quem tem cartão de cidadão está recenseado, mas não é obrigatório, porque ao serem notificados desta automaticidade, os cidadãos têm a possibilidade de dizer que não querem», sublinhou.

O Secretário de Estado das Comunidades Portuguesas detalhou que «a administração eleitoral tem 90 dias após a publicação da lei [aconteceu a 14 de agosto de 2018] para notificar os portugueses no estrangeiro».

«Convém estarem todos atentos à caixa do correio, porque vão ser notificados pela administração eleitoral. Não se pronunciando, passam automaticamente a estar inscritos na base de recenseamento eleitoral. Caso não pretendam estar inscritos automaticamente, comunicam ao posto consular ou à embaixada que querem suspender essa inscrição da base de recenseamento», esclareceu.

Esta alteração poderá vir a resultar em um milhão de novos recenseamentos de portugueses no estrangeiro, e, consequentemente, num aumento de novos eleitores, já que, segundo números do Ministério dos Negócios Estrangeiros, até 12 de setembro estavam recenseados fora do país 314 mil portugueses.

Com a nova lei eleitoral, «os portugueses vão poder votar presencialmente nos postos e nas secções consulares das embaixadas para a Assembleia da República, mas também vão poder continuar a votar por correspondência, agora sem o pagamento do custo do porte postal», frisou ainda.


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