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Governo português congratula-se com a decisão da UE em relação à situação na Venezuela
Revista PORT.COM • 26-Jan-2019
Governo português congratula-se com a decisão da UE em relação à situação na Venezuela



A União Europeia tomará «novas medidas», incluindo o reconhecimento da liderança do país, se não forem convocadas eleições na Venezuela nos próximos dias, advertiu hoje a chefe da diplomacia europeia, Federica Mogherini.

«Na ausência de um anúncio relativo à realização de novas eleições com as garantias necessárias nos próximos dias, a União Europeia irá tomar novas medidas, inclusivamente relativas ao reconhecimento da liderança do país em linha com o artigo 233 da Constituição venezuelana», adianta a Alta Representante para a Política Externa da União Europeia (UE) num comunicado que expressa a posição da UE face à situação na Venezuela.

A tomada de posição da UE surge depois da Espanha, França e Alemanha terem comunicado que iam vão reconhecer o líder parlamentar Juan Guaidó como presidente interino da Venezuela, caso Nicolás Maduro não convocasse eleições no prazo de oito dias.

O Governo Português congratulou-se com a declaração da Alta Representante da União Europeia., que contribuiu «para a muito desejável solução pacífica, inclusiva e democrática que permita ultrapassar o impasse político e a forte crise social em que a Venezuela hoje se encontra».

«O Governo Português, em linha com a posição da União Europeia, apela à realização na Venezuela de eleições presidenciais livres, transparentes e credíveis, de acordo com as práticas democráticas internacionalmente aceites e no respeito da Constituição da Venezuela», destaca o Governo. 

Portugal pode ainda juntar-se à lista de países que já reconhecem Juan Guaidó como Presidente interino da Venezuela, caso Maduro não convoque eleições: «Caso a convocação das eleições nos termos referidos não seja anunciada nos próximos dias, e o mais tardar daqui a oito dias, o Governo Português tenciona reconhecer Juan Guaidó como Presidente interino da Venezuela, nos termos previstos pela Constituição da Venezuela, com a incumbência de convocar as eleições.»

«O Governo Português está fortemente solidário com o povo venezuelano e com a Comunidade Portuguesa e Lusodescendente na Venezuela nestas horas difíceis e continuará a acompanhar a situação com grande cuidado e atenção», conclui.


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