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Termina o prazo dado por Portugal e outros países da UE a Nicolas Maduro
Revista PORT.COM • 03-Fev-2019
Termina o prazo dado por Portugal e outros países da UE a Nicolas Maduro



O prazo dado por Portugal e outros cinco países da União Europeia (UE) ao Presidente da Venezuela para convocar eleições presidenciais termina hoje, 3 de fevereiro, um dia depois de milhares de pessoas terem saído à rua em Caracas em manifestações de apoio e de oposição ao regime.

Termina hoje, dia 3 de fevereiro, o prazo dado pelos seis países da União Europeia - Portugal, Espanha, França, Alemanha, Holanda e Reino Unido - ao presidente venezuelano Nicolas Maduro, para convocar eleições presidenciais no país, precisamente um dia depois de milhares de pessoas terem saído à rua em Caracas em manifestações de apoio e de oposição ao regime.

O ministro português dos Negócios estrangeiros já tinha deixado bem claro no final da semana que após terminado este prazo seria reconhecida a autoridade do presidente da Assembleia Nacional Juan Guaidó, nos termos da Constituição venezuelana.

Recorde-se que já o Parlamento Europeu tinha reconhecido Juan Guaidó como Presidente interino da Venezuela, depois de o presidente do parlamento venezuelano assim se ter autoproclamado, e pediu também à União Europeia para rejeitar a legitimidade de Nicolas Maduro, dada a forma como decorreram as últimas eleições.

A União Europeia já tinha ameaçado com a adoção de medidas adicionais, se Nicolas Maduro não apresentasse até hoje um plano para a realização de eleições livres e democráticas, por considerar que o ato eleitoral de maio de 2018 não foi «livre, justo nem credível», faltando assim legitimidade ao líder do governo para cumprir o seu segundo mandato.

Nicolas Maduro continua a manter a posição de que não tenciona marcar novas eleições, mas mostrou-se disponível para negociar com a oposição e aparentemente continua a contar com o apoio das forças armadas venezuelanas.

No entanto, a declaração também este fim-de-semana, por parte do general da Força Aérea da Venezuela, Francisco Estéban Yánez Rodríguez, de apoio a Juan Guaidó, tornando-se, até agora, no oficial de mais alta patentea afastar-se de Nicolás Maduro poderá ser um forte indício de que as coisas estão definitivamente a mudar.

Através de vídeo partilhado nas redes sociais, Francisco Estéban Yánez Rodríguez afirmou que «90% das forças armadas não estão com o ditador, estão com o povo da Venezuela», e apelou aos militares que «não reprimam mais».


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