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Portugal olha para o Acordo de Paz e Reconciliação em Moçambique como um «passo determinante para o desenvolvimento do país»
Revista PORT.COM • 08-Ago-2019
Portugal olha para o Acordo de Paz e Reconciliação em Moçambique como um «passo determinante para o desenvolvimento do país»



O Governo português assistiu com «grande satisfação» à assinatura do Acordo de Paz e Reconciliação entre o Governo Moçambicano e a Resistência Nacional Moçambicana (RENAMO), que teve lugar, esta semana, em Maputo.

Este acordo, «fruto de um longo processo negocial, é um desenvolvimento fundamental na construção da paz e para a prosperidade de todo o povo moçambicano», refere em comunicado o Ministério dos Negócios Estrangeiros.

O Governo português, que se fez representar pela secretária de Estado dos Negócios Estrangeiros, Teresa Ribeiro, na cerimónia da assinatura do Acordo de Paz, congratulou Moçambique «por este passo determinado para o desenvolvimento do país e para o regular funcionamento do sistema democrático».  

Portugal reiterou ainda o seu «empenho em apoiar as autoridades moçambicanas no novo ciclo e apela ao envolvimento ativo da comunidade internacional na consolidação da paz e na promoção do bem-estar e da segurança do povo moçambicano».  

O Acordo de Paz e Reconciliação Nacional assinado esta semana é o terceiro entendimento entre as duas partes, uma vez que, além do Acordo Geral de Paz de 1992, que acabou com uma guerra civil de 16 anos, foi assinado em 05 de setembro de 2014 o acordo de cessação das hostilidades militares, que terminou, formalmente, com meses de confrontação na sequência de diferendos sobre a lei eleitoral.

Após a assinatura do acordo de 2014, o braço armado da Renamo e as Forças de Defesa e Segurança moçambicanas voltaram a envolver-se em confrontos, na sequência da recusa do principal partido da oposição em reconhecer os resultados das eleições gerais.


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