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Portugal e Brasil discutem indústrias de Defesa e missões de paz internacionais
Revista PORT.COM • 14-Set-2019
Portugal e Brasil discutem indústrias de Defesa e missões de paz internacionais



O ministro da Defesa brasileiro, general Fernando Azevedo, e o ministro da Defesa nacional, João Gomes Cravinho, estiveram juntos num encontro no Forte de São Julião da Barra, em Oeiras, para debater temas como o reforço da cooperação bilateral, indústrias de Defesa, assuntos de Defesa no âmbito da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) e as participações em missões internacionais

A  reunião entre os dois ministros, que decorreu na passada quarta-feira, 11 de setembro, é a terceira desde que os governantes assumiram funções e, segundo João Gomes Cravinho, “demonstram as boas relações entre os dois países”.

“Além de Portugal ser o nosso berço, o nosso parceiro histórico, o país será a porta de entrada do KC390 na Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN), na Europa, no Médio Oriente”, afirmou o general Azevedo, durante o encontro.

A reunião aconteceu depois da assinatura, a  22 de agosto, de um “acordo histórico” entre Portugal e o Brasil para a aquisição, pelo Ministério da Defesa de Portugal à brasileira Embraer, de cinco aviões militares KC-390, por 827 milhões de euros.

Outro tema abordado neste encontro foi a possibilidade dos dois países participarem em missões internacionais.

João Gomes Cravinho recordou que os dois Estados já têm experiência nesta área, nomeadamente “a integração de militares brasileiros na missão de formação do Exército da República Centro Africana”.

“Essa primeira experiência creio que nos dará lições interessantes como repetir, desenvolver e alargar para outros planos”, adiantou.

Confrontado sobre a questão da Amazónia, o ministro da Defesa brasileiro sublinhou que, em dez anos, o contingente das Forças Armadas passou de 20 mil para 45 mil.

Esta presença, disse, garante a soberania nessa região que “foi um legado dos portugueses”. Também o ministro Augusto Heleno defendeu, em entrevista à Lusa, que a “história da Amazônia deve muito aos militares portugueses”.

 


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