Maio 21, 2022

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Ajuda de emergência para empresas portuguesas ‘prontas para começar’

Assistência emergencial Empresas portuguesas estão a lutar com os efeitos da crise dos combustíveis ‘Pronto para ir’.

O título do Expresso na verdade diz que ‘progride agora’ – mas terá que esperar ‘desligado’ até que o novo governo tome posse na tarde de quarta-feira.

As porcas e parafusos do projeto são Incentivos fiscais para a gestão de negócios durante todo o ano, bem como apoio direto aos setores mais afetados Devido ao aumento dos preços dos combustíveis (cerâmica, metais e vidro, em particular).

O Tarde Diz-se que existe”Demissões simplificadas” se recusaram a retornar ao programa Introduzido durante o primeiro ‘Govt Lockdown’ – mesmo que fosse sob demanda Associações empresariais.

A notícia vem em um ‘contexto complexo’ O ministro cessante do Ambiente e das Alterações Energéticas, João Pedro Matros Fernandes, prometeu recentemente 380 milhões de euros às empresas mais afetadasE “quase ao mesmo tempo”, como descreveu o ministro cessante da Economia, Pedro Chisa Vieira கடன் 400 milhões de impostos sobre empréstimos.

Ficará claro na próxima semana quanto e quando as empresas devem buscar assistência do governo.

De muitas maneiras, as manchetes ‘fugiam de si mesmas’: por exemplo, ‘grandes notícias’ Portugal e Espanha são reconhecidos como ‘Ilha da Energia’ com vantagens específicas. Espanha concordou Sem resultados Desta ‘conspiração política’ Será sentido em semanas (Pelo menos três a quatro). Tito para um plano para reduzir o IVA nos combustíveis de 23% para 13%. Tudo se move na ‘velocidade de caracol’ para aqueles que precisam de alívio.

Segundo o Expresso, embora o governo pretenda aumentar a ajuda às empresas, isso certamente não se aplica às famílias portuguesas.

Outro que não seja “Novo apoio social para os mais vulneráveis ​​- já aprovado mas sem detalhes” – O primeiro-ministro disse que terá de esperar para ver como a inflação se desenvolve (atualmente em 4,2%).

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A ideia do governo, diz Expresso “Ele simplesmente veio ao nosso conhecimento então. O primeiro-ministro deixou a decisão para o próximo orçamento do Estado, que apresentará em outubro.

Pode parecer ‘razoável’, mas certamente não é. A perda de poder aquisitivo e a alegação de que ‘no próximo ano’ será reembolsado a você, em outro orçamento, é um consolo frio para quem não conseguiu tomar uma decisão em março do ano que vem, pois o custo de vida com um salário menor é bem conhecido, pois a luta popular no Porto aumentou ontem, no próximo ano.

Outro aspecto importante da estratégia do governo é que ainda não passou o orçamento do Estado para este ano – e isso não acontecerá até pelo menos abril, talvez maio.

A realidade é que mesmo com maioria absoluta, ninguém pode ter a certeza de que o Orçamento do Estado para ‘2023’, que será apresentado em Outubro, será aceite.

O presidente Marcelo já se pronunciou sobre a nova ‘composição’ do executivo, dizendo que teria feito ‘escolhas diferentes’ – e várias reportagens na mídia apontam para completa surpresa pelo ‘abandono’ do ministro da Economia, Pedro Sisa Vieira Antonio. Costa aparentemente sem nenhum aviso prévio.

Sisa Vieira esperava que ele continuasse em seu cargo até que a lista de novos ministros vazasse para a imprensa – então os relatórios sugerem que sua agenda ocupada está gerando mais apoio para negócios sem dinheiro.

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