Julho 15, 2024

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Ex-proprietário da portuguesa TAP nega ter pago a mais por voos da Airbus

Ex-proprietário da portuguesa TAP nega ter pago a mais por voos da Airbus

LISBOA (Reuters) – David Neelman, ex-proprietário da companhia aérea portuguesa TAP, renunciou nesta sexta-feira a um acordo no mês passado para pagar tarifas mais altas para voos da Airbus com dinheiro da empresa e ações da TAP.

Em artigo de opinião no jornal português Expresso, o magnata da aviação brasileiro-americano escreveu que substituir o aluguel de 12 Airbus A350 por um pedido de 53 aeronaves da série NEO é crítico. pegou

“Sugerir que as ações da TAP foram compradas com fundos da Airbus ou os fluxos de caixa futuros da TAP é absolutamente absurdo”, escreveu ele, acrescentando que a TAP usou US$ 226 milhões da Airbus exclusivamente para salários e necessidades de caixa.

Investigadores disseram à Reuters no mês passado sobre o financiamento ilegal da aquisição da DAP pela Airbus em uma nova investigação sobre os negócios da fabricante de aviões após um acordo de corrupção de US$ 4 bilhões com autoridades francesas, britânicas e americanas em 2020.

O acordo de 2015 sob investigação deu o controle do empreendimento Atlantic Gateway entre Neelman e o empresário português Humberto Pedrosa à TAP, agora totalmente estatal, mais uma vez privatizada.

Citando avaliações independentes realizadas na altura, Neeleman disse ainda que “não é verdade” que a TAP comprou aeronaves NEO acima do valor de mercado, e argumentou que a companhia aérea não poderia comprar os A350 maiores e menos eficientes e estaria falida sem eles. Novo acordo.

Ele disse que a Atlantic Gateway injetou seus próprios fundos na TAP e conseguiu um empréstimo de 90 milhões de euros (US$ 96,04 milhões) da Azul, a companhia aérea brasileira fundada por Neelman, salvando a TAP da falência iminente “em termos muito favoráveis ​​à TAP”.

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Em 2020, Portugal comprou a participação de Nilman na TAP, que está sob um resgate de 3,2 bilhões de euros aprovado por Bruxelas. O governo está considerando vender o avião no todo ou em parte, com a Lufthansa, a Air France-KLM e a IAG, proprietária da British Airways, como potenciais compradores.

(US$ 1 = 0,9371 euros)

(Reportagem de Andre Caleb e Patricia Rua; Edição de Josie Cao)